Gema embora a terra inteira
Acurvada a iníquas leis;
Esta fronte sobranceira
Jamais de rojo a vereis.
Hó! Ninguém, ninguém a esmaga
Que eu sou livre como a vaga,
Que sacode sobre a plaga
O jugo de altos baixéis.
Liberdade é o mote escrito
No céu, na terra e no mar!
Di-lo a fera no seu grito
Di-lo a fera no seu grito
E as aves cruzando o ar,
Di-lo o vento da procela,
A vaga que se encapela
E nos espaços a estrela
E nos espaços a estrela
Em seu contínuo girar.
Eu sou livre; eis minha crença,
Nem força contra ela vale.
Que um tirano enfim me vença;
Triunfarei por seu mal.
Triunfarei, que algemado
E diante dele arrastado,
Sou livre! Será meu brado
Até ao momento final
Acurvada a iníquas leis;
Esta fronte sobranceira
Jamais de rojo a vereis.
Hó! Ninguém, ninguém a esmaga
Que eu sou livre como a vaga,
Que sacode sobre a plaga
O jugo de altos baixéis.
Liberdade é o mote escrito
No céu, na terra e no mar!
Di-lo a fera no seu grito
Di-lo a fera no seu grito
E as aves cruzando o ar,
Di-lo o vento da procela,
A vaga que se encapela
E nos espaços a estrela
E nos espaços a estrela
Em seu contínuo girar.
Eu sou livre; eis minha crença,
Nem força contra ela vale.
Que um tirano enfim me vença;
Triunfarei por seu mal.
Triunfarei, que algemado
E diante dele arrastado,
Sou livre! Será meu brado
Até ao momento final
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